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Mostrando postagens de outubro, 2009

ECONOMIA POLÍTICA

É óbvio que ninguém pode negar a enorme contribuição do Partido dos Trabalhadores para a vida política acreana. Houve uma transformação radical da Realpolitik nesse Estado logo a partir do primeiro mandato de Jorge Viana e o resultado dessa transformação poder ser visto praticamente em cada esquina da cidade. É igualmente óbvio, porém, que ao transformar a Realpolitik acreana o governo petista transformou-se com ela. De defensor da democracia social e econômica, o PT tornou-se um árduo e muitas vezes cruel protetor das suas próprias conquistas políticas. É claro que nenhum partido tem a intenção de cometer suicídio político, estabelecendo prazo de validade para as suas bandeiras e idéias: é característico de um partido político colocar-se como a melhor opção no jogo democrático. O problema é o que se faz ao longo desse processo. Na imprensa acreana, são numerosas as acusações de silenciamento, ocultamento, manipulação e até negação descarada de notícias cujas evidências deixam a quisi...

A NOVA IMPRENSA ACREANA

O presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Acre (Sinjac), Marcos Vicentti, anunciou hoje em entrevista ao programa Boa Tarde Rio Branco a realização de um evento público para discutir um "novo jornalismo"; algo capaz, segundo ele, de adequar-se "ao novo momento que o Acre vive atualmente". Taí uma coisa que não pretendo perder (como diz a Beth Passos, "nem sob tortura!"). Entre outras questões, quero saber o que é esse "novo momento" e quais as suas implicações REAIS para a vida das pessoas: sem desconsiderar a beleza dos nossos novos, verdes e belos monumentos e praças, a miséria, o desemprego e a violência não só se mantém nos mesmos espaços da cidade como também dispararam em intensidade! Que novo momento é esse que não tem implicações práticas na vida da maioria das pessoas? Obviamente isso tem a ver com o tipo do jornalismo que se pratica hoje, não só no Acre como no resto do país: diferentemente da velha concepção...

A CORPORAÇÃO

Uma sociedade tragada pela violência, fragmentada, desconectada. Uma sociedade em que não há escolhas individuais, exceto a escolha que terceiros escolheram antes do nosso nascimento. Uma sociedade viciada em bullyng , que transforma seus meios de transporte em máquinas de assassinar em nome de uma pressa imbecil, que transtorna, fragmenta e violenta ainda mais o cotidiano de todos. É, vivemos em tempos difíceis. Mas quem disse que não há como sair desse abismo que nós mesmos criamos? Não vejo motivos para responder negativamente. Mas, que tal começar por uma reflexão? Assistam, mas assistam com calma... Parte 1 - Parte 2 -