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VIOLÊNCIA NOS EUA E NO BRASIL

Cuba, Brasil e a China são países mais pacíficos que os Estados Unidos, de acordo com um relatório publicado hoje. O índice global da paz, elaborado pelo Instituto para a Economia e a Paz (IEP, na sigla em inglês), sediado em Sydney, na Austrália, diz que o mundo em geral está virando um lugar mais violento. O relatório diz que quase dois terços dos 149 países, classificados todos os anos, ficaram lugares mais violentos desde 2007.

O Iraque é o país mais violento no mundo (149º lugar), diz o relatório, seguido pela Somália, Afeganistão, Sudão, Paquistão, Israel, Geórgia, Chade e República Democrática do Congo. Os países mais pacíficos são a Nova Zelândia, que está em primeiro na lista, Islândia, Japão, Áustria, Noruega, Irlanda, Dinamarca, Luxemburgo, Finlândia e Suécia.

Os EUA estão em 85º lugar, abaixo de Cuba (72º lugar), da Argentina (71º), do Brasil (83º) e da China (80º) e apenas uma classificação acima de Angola (86º lugar). O Brasil ficou com sua posição inalterada em comparação a 2009.

"Sugerindo a possibilidade de que o rápido desenvolvimento possa ter trazido mais conflitos na sua esteira, o IEP também notou que três países dos BRICS - Rússia (143º lugar), China (80º lugar) e Índia (128º lugar), assistiram a um declínio substancial na tranquilidade", diz um trecho do relatório.

O ranking lista 149 países. A Turquia ficou em 126º lugar, a Itália em 40º, a França em 32º e o Reino Unido em 31º.

A ideia de criar o índice foi de Steve Kilelea, um empreendedor australiano que queria identificar o que faz um país ser pacífico e tranquilo. Ele pediu à Unidade de Inteligência da Economist, afiliada à revista The Economist, que pesquisasse uma série de variáveis, do nível de homicídios por 100 mil habitantes - dado que prejudicou os EUA e favoreceu a Dinamarca - à corrupção e ao acesso à educação primária. A pesquisa também leva em conta níveis de criminalidade, número de pessoas na prisão em proporção à população total de um país, gastos militares e existência ou não de tumultos sociais.


Fonte: A Tarde

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