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SUJEITO REVOLUCIONÁRIO NO CAPITALISMO CONTEMPORÂNEO

Professor Sergio Lessa, da UFAL
As principais divergências da esquerda - e dos setores mais intelectualizados da direita -, tanto na universidade quanto nos partidos políticos, giram em torno da validade das categorias marxianas para a análise do capitalismo atual. Há orientações para todos os gostos, que se traduzem numa miríade de programas, táticas, estratégias e alianças muito diferenciados, quando não antagônicos.

Um desses debates diz respeito ao sujeito revolucionário no capitalismo contemporâneo. No século XIX, Marx o localizou no proletariado, nas massas de trabalhadores pauperizados das primeiras fábricas européias. Produtores da massa de riqueza da sociedade industrial nascente, eles tinham seus interesses contrariados na medida em que eram explorados por jornadas intensas de trabalho e seus salários mal pagavam as ferramentas da sua própria exploração.

Mas esta análise vale para hoje? Com o capitalismo de bem-estar social, as legislações trabalhistas, as leis de direitos humanos e a onda de responsabilidade social do mundo corporativo, como fica? No capitalismo humanizado há espaço para se falar em revolução? Seria essa mera petição de princípio de ressentidos que por pura incompetência não conseguem enriquecer?

O professor Sergio Lessa (UFAL) diferencia contexto histórico de história do contexto na obra de Karl Marx para compreender a evolução do modo de produção capitalista, as transformações no mundo do trabalho, a idéia de inevitabilidade da dominação e outros tópicos importantes, no curso Trabalho e sujeito revolucionário no debate contemporâneo. As aulas foram ministradas no curso de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e foram gravadas em vídeo, em 9 partes. Para baixar, clique no link com o botão direito do mouse e escolha Salvar como:



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